Editora Concórdia

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QUEM SOMOS

Uma breve história sobre a Editora Concórdia
A Editora Concórdia foi criada em 1923 com a missão de produzir e comercializar materiais que atendessem às necessidades das pessoas com vistas à sua integração e acolhimento no amor de Deus. A Editora nasceu e quer ser sempre um referencial na produção e divulgação de material para formação, informação, pesquisa, adoração e edificação cristã.
Para isso, partindo da base teológica da Reforma da Igreja, liderada por Martinho Lutero, procura colocar à disposição conteúdos fundamentados na Palavra de Deus e contextualizados à realidade dos dias atuais.
Editora Concórdia – o nosso negócio é informar e formar para uma vida feliz!

História
A Concórdia Editora nasceu como sucessora de uma agência de livros que atendia à Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB). Além de revender livros editados nos Estados Unidos, ela possuía caixas tipográficas com fios e tipos, prensa manual e pequena impressora manual. No início dos anos 20, a agência funcionava na residência do professor G. Rauter. O material gráfico, prensa e impressora estavam no Seminário Concórdia, onde o tipógrafo Luiz Kaminski, em suas horas de folga, orientava e executava trabalhos de impressão, muito limitados, no entanto.
Em 1922, Guilherme Goerl tornou-se gerente da agência de livros. Ele trabalhava em suas horas de folga, pois era torneiro mecânico em uma empresa de Porto Alegre. Ocorreu-lhe, então, a possibilidade de ampliar o maquinário existente e transformar a agência em uma tipografia, que publicaria livros, periódicos e material religioso para a Igreja.

Portas abertas
No início de 1923, pastores, professores e leigos de Porto Alegre e regiões vizinhas reuniram-se para debater a ideia de ampliar a agência e transformá-la em uma tipografia. Foram procurados luteranos interessados em investir capital neste empreendimento. Finalmente, no dia 12 de abril de 1923, em reunião realizada por ocasião da Conferência Pastoral do Distrito Porto-Alegrense, foi fundada a Sociedade Tipográfica por Ações, com 24 fundadores. Foi eleito o primeiro Conselho Administrativo, tendo como presidente o pastor e professor Paul W. Schelp. O até então agente de livros, Guilherme Goerl, foi confirmado como diretor, cargo que ocupou durante 40 anos.
Em seguida, foi resolvido comprar o prédio onde ficava uma tradicional barbearia do 4º Distrito de Porto Alegre, o Salão Raymundo, na Rua São Pedro (atual 639). Nos fundos do terreno, foi construída uma meia-água de madeira para a moradia do gerente. As máquinas e o material gráfico existentes foram instalados no prédio adquirido, que foi também reformado para instalar uma livraria e bazar. A esposa de Guilherme, Teodora Goerl, quando a livraria abriu suas portas, em 13 de agosto de 1923, passou a cuidar da parte comercial da mesma, dividindo essas atividades com as do lar. Ela trabalhou assim por mais de dez anos. Além dela, outros familiares atuaram durante algum tempo em alguma função: a irmã, Maria (balcão de vendas), o irmão, Eugênio (tipógrafo), e o filho, Waldemar (escritório e serviços gerais).

Crescimento
As dívidas da agência de livros que a nova empresa assumiu, ao final de 1924, estavam liquidadas. Devido à alta do dólar, a importação de livros dos Estados Unidos tornou-se impraticável, e a empresa tratou de imprimi-los no Brasil. Foi feita uma nova subscrição de capital. O primeiro livro impresso foi o Catecismo Menor. As publicações eram impressas por terceiros e finalizadas na Concórdia.
Em 1926 foram adquiridas as primeiras impressoras e uma máquina de composição. A Concórdia começou a imprimir livros, periódicos e folhetos para a Igreja em volume maior. Ao mesmo tempo, imprimia e produzia serviços comerciais para terceiros, como forma de subsidiar as publicações da Igreja.

Pendência
Houve, desde o início, problemas para o registro da empresa, devido ao fato de que os subscritores, para serem acionistas da Sociedade Anônima Tipográfica, deveriam ser membros da Igreja. Essa pendência durou mais de dois anos e, para legalizar-se, a empresa foi oficialmente registrada na Patek Philippe replica watches Junta Comercial como firma individual de Guilherme Goerl, que usaria o nome fantasia de Casa Publicadora Concórdia, sendo amplamente conhecida como Livraria Concórdia ou a Tipografia do seu Willy.
A situação era um tanto complicada, pois existia uma firma individual denominada Guilherme Goerl que, com ativos, máquinas e equipamentos, estoques, receitas, despesas, com responsabilidades fiscais, comerciais, tributárias, trabalhistas, etc. operando em imóveis de uma Sociedade Anônima Tipográfica que existia somente no papel e produzindo literatura e material religioso para o Sínodo Evangélico Luterano do Brasil, a preços subsidiados. Em abril de 1939 (para embaralhar mais as coisas!), tentando regularizar esta situação, a Sociedade Anônima Tipográfica transferiu todos os imóveis para o Sínodo Evangélico Luterano do Brasil.
A razão social foi alterada, na década de 50, para Casa Publicadora Concórdia Ltda; posteriormente para Casa Publicadora Concórdia S.A. e, depois, Concórdia Editora Ltda.

Enchente e confisco
Em 1941, atingida por uma enchente, a Concórdia teve grandes prejuízos em mercadorias, maquinários e instalações. A água deixou marcas na parede da loja a 1,80m. O prédio existente teve que ser demolido (“Livraria Velha”, sob o nº 639), e construído um novo. Para amenizar os prejuízos, recebeu um auxílio da IELB, pequeno, em troca do qual comprometeu-se a reduzir, ainda mais, o preço das publicações, já deficitário. Dos Estados Unidos veio um auxílio, em forma de empréstimo, a ser devolvido com juros e em dólares, assumindo a Concórdia risco cambial. Em 1948, houve um novo empréstimo, em condições semelhantes, inclusive com risco cambial, o qual permitiu construir a “Livraria Nova” (nº 633), com tipografia, encadernação e depósitos.
Durante a Segunda Guerra mundial, os livros em língua alemã, que eram a maioria, foram confiscados e destruídos. No final, o confisco tornou-se um fato positivo, pois acelerou o processo de produção de literatura em língua portuguesa.

Auge
O crescimento da Editora teve seu auge nos anos 70, quando se chamava Concórdia Artes Gráficas e Embalagens. Na época chegou a ter um dos maiores e mais bem-aparelhados parques gráficos do país. O parque de máquinas, localizado na Zona Norte de Porto Alegre, na Estrada do Forte, tinha mais de 2.000 metros quadrados. O número de funcionários passava de 100. Foram abertas duas filiais na cidade de São Paulo. O número de vendedores era de mais de 15.
Por uma série de razões, na segunda metade da década de 80, começou uma nova etapa. O Replica Breitling Emergency watches parque gráfico começou a ser desmontado e a Editora, reorganizada. Desde o início dos anos 90, a estrutura foi pouco alterada e o número de funcionários se mantém em torno de 15.

Missão e política de qualidade
Seguindo modernos preceitos de administração, a Editora Concórdia estabeleceu diretrizes que norteiam suas atividades:

Nosso Negócio
Informar e formar para uma vida feliz.

Nossa Missão
Produzir e comercializar materiais que atendam às necessidades das pessoas com vistas à sua integração e acolhimento no amor de Deus.
Buscando eficiência e eficácia para suas ações corporativas, a partir de 2008 a editora implantou o Programa de Qualidade Concórdia – PQC.

Nossa Política da Qualidade
Satisfazer a necessidade do cliente através da melhoria contínua de produtos e serviços, valorizando pessoas e o resultado.

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